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quinta-feira, 2 de junho de 2016

3 coisas que você deve saber antes de virar vegetariano



Quem explica é a nutricionista Flavia Salvitti

Manter hábitos saudáveis é uma tendência global cada vez mais presente no Brasil. E, quando o assunto é alimentação, o vegetarianismo também ganha força: mais de 15 milhões de brasileiros já se declararam adeptos à alimentação livre de proteína animal, segundo dados do Ibope.

Ainda que para muitos a escolha não esteja somente associada à comida, mas sim a uma filosofia de vida, é preciso atenção na hora de mudar os hábitos alimentares. A nutricionista Flavia Salvitti, do hospital San Paolo, pontua o que é preciso saber antes de aderir ao vegetarianismo para não prejudicar a saúde.

1 – É necessário se adaptar
Segundo a nutricionista, a eliminação da proteína animal da dieta é uma novidade para o corpo. “Por isso, o ideal é não cortar de uma única vez, mas ir eliminando o alimento aos poucos para condicionar o organismo ao novo hábito”.

2- A substituição deve ser levada a sério
As indicações de suplementação devem ser feitas sempre por um profissional da área, que levará em conta uma série de informações e antecedentes do paciente. “Normalmente, caso a pessoa não tenha nenhuma particularidade, os alimentos indicados são proteína texturizada de soja, milho, grão de bico, lentilha, feijão, soja em grão e frutas oleaginosas, como nozes, castanha-do-Pará e castanha-de-caju. Essas frutas são para suprir a falta de gordura, por isso o consumo deve ser moderado, em uma média de três unidades por dia”, explica Flávia.

3 – É preciso disciplina
A especialista revela que os vegetarianos que consomem a proteína animal por meio de ovos e leites conseguem ter uma fonte com algum valor biológico, mas não na quantidade ideal. “A dieta vegetariana também sugere refeições de três em três horas e um equilíbrio no cardápio. A ausência da vitamina B12, por exemplo, normalmente encontrada na proteína animal, faz parte da produção das hemácias (glóbulos vermelhos do sangue), e a sua carência pode causar anemia, principalmente nas mulheres, que já perdem sangue naturalmente por conta da menstruação”, finaliza.




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