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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Os números da Suplementação no Brasil




ABIAD divulga pesquisa inédita sobre consumo de Suplementos Alimentares no País

Foram pesquisados 1007 domicílios em sete capitais brasileiras

 Uma pesquisa inédita sobre o hábito de consumo de suplementos alimentares acaba de ser divulgada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD).

O estudo, realizado pela Toledo&Associados, foi encomendado pela ABIAD em conjunto com a Associação Brasileira das Empresas do Setor Fitoterápico, Suplemento Alimentar e de Promoção da Saúde (Abifisa) e a Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri).

Foram avaliados 1007 domicílios em sete capitais brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre e Belém, entre março e abril de 2015.  Os entrevistados, 47% de homens e 53% de mulheres, com mais de 17 anos de idade, representando todas as classes sociais.

Sobre o consumo de suplementos alimentares, 54% dos lares brasileiros afirmam ter pelo menos um indivíduo que consome suplementos, como, por exemplo, cápsulas de Ômega 3 ou de minerais como cálcio ou ferro.

No que se refere às dietas alimentares para a perda de peso, 24% das pessoas afirmam fazer regimes especiais, enquanto que 76% não fazem qualquer dieta. Para 55% das pessoas que fazem dietas, a decisão é espontânea, sendo que 27% afirmam contar com orientação médica e 22%, com a ajuda de algum nutricionista (20% das pessoas dizem procurar um profissional de nutrição cerca de três vezes ao ano).

No quesito alimentação saudável, 53% das pessoas promovem uma dieta balanceada e 47% estão insatisfeitos com a sua própria alimentação. Um pouco mais da metade (51%) evita alimentos pouco saudáveis como comidas gordurosas, frituras, sal, açúcar, massas, etc. As frutas, verduras, legumes, carnes brancas são priorizados por apenas 23% da população.

Entre as doenças ligadas aos hábitos alimentares que mais preocupam a população estão: Diabetes (53%), Hipertensão (49%), Problemas com Colesterol (44%) e Obesidade (39%).
Para 59% dos domicílios, a alimentação melhorou. As razões indicadas pela melhora são: a prática de alimentação saudável (67%), a ajuda de nutricionistas (78%), e as atividades físicas (62%).

Sobre o consumo de suplementos, 75% complementam a alimentação (vitaminas, proteínas, minerais, etc) e 57% (energia, aumento de massa muscular, entre outros) buscam promover o bem estar.
Os suplementos que mais se destacaram foram o Ômega 3, Multivitamínicos Vitamina C e Cálcio. Em percentuais, 48% são vitaminas, 22% minerais, 19% extraídos de plantas, 17% ácidos graxos, 16% proteínas, 14% aminoácidos e 12& de óleos como cártamo, peixe, alho, etc.

A maioria das pessoas adquire seus suplementos uma vez por mês. Desses, 19% buscam preço, 14% vão pela formulação e 13% pela marca ou procedência.
Finalizando, 96% dizem estar muito satisfeitos com os resultados da suplementação – para 53% das pessoas, os suplementos aumentam a disposição física.

A pesquisa é muito abrangente e traz uma série de informações sobre os suplementos tais como: tipos, frequência no uso, consumo com atividades físicas, hábitos de compra quando começou a usar, o que levou a consumir, quem recomendou, quem mais influencia, locais onde costuma comprar, o que pesa mais na hora de comprar, gasto mensal, se procura referência no rótulo, entre outros.

Com os resultados da pesquisa, o setor de Suplementos espera que a ANVISA possa avançar na revisão do marco regulatório de suplementos alimentares no Brasil, que faz parte da agenda regulatória da Agencia. A Revisão da regulamentação de suplementos deve trazer benefícios para os consumidores, tais como uma maior variedade de produtos e comunicação clara sobre os benefícios.

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